África vai ao FESTin [8 > 15 ABR 2015]

Festin2015

 

O FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa está de volta ao Cinema São Jorge, entre 8 e 15 de Abril. Esta sexta edição traz àquela sala lisboeta 89 filmes oriundos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal, numa programação diversificada e repartida por nove mostras, das quais se destacam as competições de curta e de longa-metragem, a maratona de documentários, a mostra de cinema brasileiro, a mostra de inclusão social e a homenagem a Timor-Leste.

Os filmes africanos ou relacionados com África não podiam deixar de marcar presença neste festival. Aqui ficam os nossos destaques:

 

TCHIKENA

CC1, 08 ABR, 18H30 | Angola, 2014, 8 minutos (Competição curta-metragem)

Realização: Nuno Barreto
Com: Helder Cerejo, António Haleca, António Yakassi, Frederico Medeiros, Gabriela Ferreira, Lucas Massualali, Marta Canhanga
A dura realidade do êxodo rural e da crise do desemprego urbano em Angola filmada à moda dos primórdios do cinema.

 

QUITUPO, HOYÉ!

09 Abril, 17h | sala 3 (exibição integrada na Maratona de Documentários)

Moçambique, 2014, 63 minutos
Realização: Chico Carneiro e Rogério Manjate
Quitupo-Hoye

Foi descoberta uma enorme reserva de gás natural na bacia do Rio Rovuma, ao norte de Moçambique. Esse gás será transformado e armazenado numa fábrica a ser construída na Península de Afungi, Distrito de Palma, habitado por 12 aldeias. Este documentário retrata como essas comunidades questionam a forma como serão reassentadas.

 

UMUKULU

CC2, 09 ABR, 18H30 | Angola, 2014, 7 minutos (Competição curta-metragem)

Realização: Nuno Barreto
Com: Hamilton Chingueless, Osvaldo Sariangue, Piedade Sacahambo, Arlete Cambinda, Victorino Sachimuco, Sónia Sacahambo
As vicissitudes da terceira idade são universais e nesta narrativa aborda-se a forma como muitos idosos vão-se tornando um empecilho aos mais jovens – até o ponto de ruptura em que são “convidados” a sair de suas casas.

 

7 E MEIO

CC3, 10 ABR, 18H30 | Cabo Verde, 2014, 30 minutos (Competição curta-metragem)

Realização: Mário V. Almeida
Com: Che Gonçalves, Jaqueline Veiga, Luís Gomes, Cláudia Santos, Dulce Sequeira, João Furtado, Marlene Ribeiro, Rhildac Furtado
O título do filme refere-se a um jogo de cartas conhecido da Cidade de Praia e onde o protagonista, Ulisses, jovem que não tem medo de correr riscos para ganhar dinheiro, vai arriscar de forma dramática a sua sorte.

 

YETU – A NOSSA MÚSICA

11 Abril, 23h | sala 3 (exibição integrada na Maratona de Documentários)

Portugal/ Angola, 2014, 120 minutos | (fora de competição)
Realização
: Ulika Franco
Documentário sobre a música de Angola. Parte do projeto Documentar a Música de Angola, iniciado em Junho de 2013 sob encomenda do Banco de Desenvolvimento de Angola. Este trabalho teve como objetivo dignificar a criação musical de Angola, procurando as raízes da música urbana e indo de encontro às ancestrais raízes da música de Angola.

 

ÁGUA PARA TABATÔ

13 Abril | 23h | sala 3 (exibição integrada na Maratona de Documentários)

Guiné-Bissau/Portugal, 2014, 46 minutos
Realização: Paulo Carneiro
Em 2011, o realizador Paulo Carneiro participou nas filmagens na Guiné-Bissau de Batalha de Tabatô, obra de João Viana que posteriormente correria mundo e seria selecionado para o Festival de Berlim. A equipa desloca-se num barco para a ilha de Bolama, mas a viagem não corre bem: num dado momento, o barco pára e reina a confusão. O realizador não consegue deixar de filmar o que se passa a seguir… Este é o primeiro média-metragem do cineasta lisboeta, que estreou com a curta-metragem Oh Johny e, para além de Viana, trabalhou com nomes como Joaquim Pinto e Albert Serra. Água para Tabatô venceu o prémio principal do festival de Martil no Marrocos e foi selecionado para o Jihlava na República Checa.

 

KORA 

15 Abril, 19h, Instituto Cervantes (exibição integrada na Maratona de Documentários)

Portugal/ Guiné-Bissau, 2014, 70 minutos
Realização: Jorge Correia Carvalho
Com: Aladi Galissa, Mamadu Galissa, Aladje Mutaro, Fili Djibate, Omaro Djibate, entre outros.
Motivo de orgulho de nações que nasceram de tribos sem fronteiras, existem discrepâncias sobre a origem desse importante instrumento musical da África Ocidental, o Kora, mas é na Guiné-Bissau que muitas das lendas sobre a sua invenção se cruzam. Uma viagem no espaço e no tempo, por toda uma população que ainda reclama o kora como único e seu, transportando-nos além tempo numa atmosfera única entre o real e a ficção.

 

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