Festival ImigrArte: a cultura derrubando muros [14 e 15 NOV 2015]

Imigrarte2015“Aqui a tua cultura derruba os muros da vergonha”. É este o slogan da 9.ª edição do Festival ImigrArte, que expressa uma clara denúncia das violações dos direitos dos milhares de migrantes que procuram na Europa a paz que não têm nos seus países.

Organizado pela associação Solidariedade Imigrante, em colaboração com diversas organizações de imigrantes e não só, o evento envolve 250 artistas imigrantes provenientes de 25 países, que participam em 36 espectáculos divididos pelas áreas da música, dança, moda, teatro e literatura e ainda 27 iniciativas paralelas, como exposições de artes plásticas, conferências, debates e workshops.

Haverá igualmente um espaço com bancas, onde, além de informações sobre as actividades das associações participantes, se poderá encontrar artesanato e gastronomia dos quatro cantos do mundo. Haverá ainda um espaço infantil e um serviço gratuito de rastreios de saúde.

Tal como nas duas edições anteriores, o local escolhido é o Ateneu Comercial de Lisboa, bem no centro de Lisboa (junto ao Coliseu).

O festival decorre nos dias 14 e 15 de Novembro (sábado e domingo), das 14h30 às 02h00, e a entrada é livre.

Mais do que uma mera mostra de culturas, o ImigrArte é um momento de partilha e solidariedade entre os povos, de promoção da interculturalidade e de uma cidadania activa e consciente, de debate de ideias e troca de experiências, de luta por direitos iguais para Imigrantes e Portugueses.

No que diz respeito à presença africana, o nosso destaque vai para a actuação do grupo de batucadeiras “Netas di Bibinha Cabral” (sábado, 17h15), um workshop de danças tradicionais africanas pela Associação Batoto Yetu Portugal (sábado, 19h00), a música do mundo dos Terra Livre (sábado, 23h05), o afro-baile da dupla de Dj’s Celeste/Mariposa (sábado para domingo, 00h20), um debate sobre literatura moçambicana (domingo, 16h00), uma demonstração da dança tradicional dos Manjacos da Guiné-Bissau (domingo, 16h50), o espectáculo do músico gambiano Mbye Ebrima e a sua kora (domingo, 20h35), a música de S. Tomé e Príncipe com Filipe Santo (domingo, 22h05) e uma exposição colectiva de pintura com participação de artistas plásticos de Moçambique e de São Tomé e Príncipe (durante todo o festival).

Mais há muito mais! Consulte a programação completa no site do festival ou no facebook.

 

 

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