Racismo e colonialismo – jornalismo que revela invisibilidades [DOM, 29 MAI 2016]

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*** NOVO LOCAL: Centro de Inovação da Mouraria, Travessa dos Lagares n.º 1, Lisboa ***

Numa série de reportagens em Angola, Cabo Verde, Moçambique, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, a jornalista Joana Gorjão Henriques revela discursos sobre o colonialismo e racismo no quotidiano destes países. A série “Racismo em Português” foi publicada no jornal Público, com a parceria da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

A fechar a semana em que se comemora o Dia de África, esta sessão, organizada pela recém-criada Djass – Associação de Afrodescendentes, terá como mote o visionamento dos documentários desta série, dirigidos pela jornalista e realizados por Frederico Batista nos diferentes países. Segue-se um debate sobre a questão do racismo e colonialismo. 

O jornalismo sobre estas questões é muito escasso e os debates estão ainda longe de estar esgotados. A comunicação social continua a expressar-se num tom e linguagens marcados por laivos colonialistas criando pouco espaço para a participação dos leitores. O racismo permanece de forma mais ou menos subtil na forma como são colocadas as questões, perenizando uma certa visão da sociedade. Será que vale a pena continuar a falar sobre colonialismo? A independência das nações africanas não acabou com o racismo?  Terminou de vez a mentalidade colonialista?

Programa

16h00: Apresentação da sessão

16h30: Exibição dos documentários produzidos pelo jornal Público no âmbito da série de reportagens “Racismo em português” em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe

18h00: Intervalo

18h15: Conversa/debate com os autores das reportagens e documentários Joana Gorjão Henriques e Frederico Batista, jornalistas do Público, com moderação de Beatriz Dias (Djass – Associação de Afrodescendentes)

20h00: Encerramento

 

Quando: domingo, 29 de Maio, 16h00-20h00.

Onde: Centro de Inovação da Mouraria (Sala Multiusos), Travessa dos Lagares n.º 1, Lisboa (ver localização no mapa)

Quanto: entrada livre (lotação limitada, pelo que se aconselha a chegada com alguma antecedência)

Organização: Djass – Associação de Afrodescendentes, associacao.djass@gmail.com  

 



 

 

 

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